Sempre tive muita curiosidade na parábola do beija-flor, onde depois de um incêndio na floresta, apavorados, todos os animais trataram de fugir o mais rápido que possível para um local seguro.
Todos, menos um pequeno beija-flor que começou a voar até o rio e, em inúmeras vezes, ele ia e voltava com o bico cheio de água e jogava sobre o fogo que se alastrava cada vez mais.
Até que o tido como Rei das Selvas – o Leão – zombateiramente perguntou o que aquele pequeno pássaro estava fazendo:
-Mas o que você acha que vai conseguir com esse biquinho tão pequeno? isso não é nada perto de um fogaréu tão grande rapaz.
No que o beija-flor lhe responde:
- Posso ter o bico pequeno e não conseguir apagar esse fogo sozinho ,mas estou fazendo a minha parte.
Refletindo sobre isso, acho que devemos ser como o beija-flor independente da situação, façamos sempre a nossa parte, não importa se dará ou não resultados, o que importa é que seu coração estará leve por saber que você ao menos tentou.
E trazendo isso para dentro do doloroso problema que é a Fibromialgia e as dores crônicas, resolvi então ser um beija-flor, e como o beija-flor, farei a minha parte, insistentemente estarei a escrever, divulgar, difundir, promover a onde eu puder e tiver oportunidade, o quão dolorosa e desconhecida da população é a fibromialgia.
Não me é garantido que obterei resultados, mas eu ao menos não cruzei os braços, eu saberei que ao menos pude levar as pessoas um pouco mais de conhecimento a respeito e sendo bem otimista com essa sociedade que nos é apresentada hoje, prefiro crer que seja por desinformação que tantas pessoas são indiferentes a essa doença.
Não é por fraqueza ou preguiça que os pacientes que sofrem com dores crônicas muitas vezes se abatem e se entregam, é desestimulante se ver em meio a uma sociedade que ainda descrimina doença, é desprezador ver que até mesmo alguns médicos fazem cara feia quando o assunto é fibromialgia, é desesperador ver que se é sujeito a políticos que visam só os benefícios próprios e colocam mil e um empecilhos para aprovar uma petição justa e igualitária pela causa dos fibromiálgicos.
Aprendi nos bancos da faculdade que o jornalismo detém o 4º poder no sentido de divulgar e informar, de ser formador de opiniões e detentor da facilidade da escrita, farei então usufruto desse poder, de modo que insistentemente eu consiga de alguma forma me fazer ouvir e o meu grito será em favor de direitos mais justos aos pacientes como: acesso à aposentadoria por incapacidade, a medicação gratuita fornecida pelo SUS e acesso à tratamento médico e complementar dignos.
Todos, menos um pequeno beija-flor que começou a voar até o rio e, em inúmeras vezes, ele ia e voltava com o bico cheio de água e jogava sobre o fogo que se alastrava cada vez mais.
Até que o tido como Rei das Selvas – o Leão – zombateiramente perguntou o que aquele pequeno pássaro estava fazendo:
-Mas o que você acha que vai conseguir com esse biquinho tão pequeno? isso não é nada perto de um fogaréu tão grande rapaz.
No que o beija-flor lhe responde:
- Posso ter o bico pequeno e não conseguir apagar esse fogo sozinho ,mas estou fazendo a minha parte.
Refletindo sobre isso, acho que devemos ser como o beija-flor independente da situação, façamos sempre a nossa parte, não importa se dará ou não resultados, o que importa é que seu coração estará leve por saber que você ao menos tentou.
E trazendo isso para dentro do doloroso problema que é a Fibromialgia e as dores crônicas, resolvi então ser um beija-flor, e como o beija-flor, farei a minha parte, insistentemente estarei a escrever, divulgar, difundir, promover a onde eu puder e tiver oportunidade, o quão dolorosa e desconhecida da população é a fibromialgia.
Não me é garantido que obterei resultados, mas eu ao menos não cruzei os braços, eu saberei que ao menos pude levar as pessoas um pouco mais de conhecimento a respeito e sendo bem otimista com essa sociedade que nos é apresentada hoje, prefiro crer que seja por desinformação que tantas pessoas são indiferentes a essa doença.
Não é por fraqueza ou preguiça que os pacientes que sofrem com dores crônicas muitas vezes se abatem e se entregam, é desestimulante se ver em meio a uma sociedade que ainda descrimina doença, é desprezador ver que até mesmo alguns médicos fazem cara feia quando o assunto é fibromialgia, é desesperador ver que se é sujeito a políticos que visam só os benefícios próprios e colocam mil e um empecilhos para aprovar uma petição justa e igualitária pela causa dos fibromiálgicos.
Aprendi nos bancos da faculdade que o jornalismo detém o 4º poder no sentido de divulgar e informar, de ser formador de opiniões e detentor da facilidade da escrita, farei então usufruto desse poder, de modo que insistentemente eu consiga de alguma forma me fazer ouvir e o meu grito será em favor de direitos mais justos aos pacientes como: acesso à aposentadoria por incapacidade, a medicação gratuita fornecida pelo SUS e acesso à tratamento médico e complementar dignos.

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